terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Visita


Comandante-Geral visita presidente da Assembleia Legislativa e pede apoio para matérias da PM

Por Marcia Santos
Jornalista PMPR
O Comandante-Geral da Polícia Militar do Paraná, Coronel Roberson Luiz Bondaruk visitou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni, na manhã desta segunda-feira (05). O objetivo foi estreitar os laços da corporação com a casa de leis. Bondaruk colocou a PM à disposição da Assembléia para o que for necessário, e pediu apoio para questões que envolvem a PM.
“Recebi a informação de que a presença de policiais militares na segurança da Assembléia, segundo o deputado Valdir Rossoni, melhorou muito a situação, eles [integrantes da casa] estão satisfeitos com a prestação de serviços, com a assessoria militar, e isto tem facilitado o desenvolvimento dos trabalhos”, disse Bondaruk.
O comandante também pediu apoio da Assembléia para encaminhamento de importantes matérias a serem votadas ainda nessa legislatura, envolvendo interesses da corporação e dos policiais e bombeiros militares. Bondaruk destacou ainda a importância do bom relacionamento entre a corporação e o Poder Legislativo, principalmente pelo apoio que vem sendo dado à Casa desde fevereiro deste ano.
Bondaruk aproveitou a solenidade para entregar a Rossoni o convite de formatura dos cadetes do Curso de Formação de Oficiais (CFO) 2011, que ocorrerá na próxima sexta (09).


Segurança

Richa autoriza concurso para delegados e contratação de 500 bombeiros

O governador Beto Richa autorizou nesta segunda-feira (5) mais duas medidas para reforçar a estrutura da segurança pública: a contratação de 500 bombeiros militares aprovados em concurso de 2009 e a abertura, pela Polícia Civil, de um novo concurso público para preencher 29 cargos de delegado de 4ª classe. O investimento mensal previsto com as novas contratações soma R$ 1,161 milhão. As duas medidas estão previstas no programa Paraná Seguro, lançado pelo governador em agosto e que, entre outras ações, prevê a contratação de 8 mil policiais militares e 2 mil bombeiros militares, e de 2,2 mil agentes e 400 delegados para a Polícia Civil.
“Com essas contratações, todas as comarcas do Estado passarão a contar com um delegado, para garantir qualidade às investigações criminais e melhorar o atendimento à população. Também iniciamos a recomposição do quadro de bombeiros, que está bastante defasado nos quartéis de algumas regiões”, afirmou o governador.
O delegado geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius Michelotto, informou que nos próximos dias será designada a comissão do concurso e escolhida a instituição responsável por elaborar as provas. As inscrições devem ser abertas no início de 2012. Além das 29 vagas iniciais, será formado um banco de reserva pelo período de validade do concurso. “A Assembleia Legislativa está analisando um projeto de lei do Executivo que irá ampliar a carreira inicial da Polícia Civil, o que permitirá chamar 400 delegados até 2014”, disse o delegado.
O coronel Hercules William Donadello, comandante do Corpo de Bombeiros, explicou que, a partir da autorização do governador, 50 pessoas aprovadas no concurso e que já fizeram todos os exames médicos e físicos poderão iniciar o curso de formação de bombeiros já em janeiro. O restante dos aprovados participará desse processo a partir de março ou abril, em conjunto com os policiais militares aprovados no mesmo concurso e que estão sendo chamados. O curso de formação de bombeiro militar tem duração de nove meses. “Hoje temos 49 quartéis no estado e em todos eles há dificuldades com a quantidade de efetivo, que diminui ano a ano com aposentadorias e saída de profissionais que mudam de profissão. Com essas contratações teremos uma boa renovação”, disse o comandante Donadello.


Companhias de saneamento pedem isenção de impostos ao governo federal para ampliar investimento

Da Assessoria
A Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aesbe) encaminhará ao governo federal, nesta semana, um estudo no qual pede isenção para o setor de cobrança da Cofins (Financiamento da Seguridade Social) e do PIS/Pasep (programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público). Esses impostos representam R$ 2 bilhões anuais nos custos tributários das empresas.
A decisão de reforçar o pedido ao governo federal foi tomada em Curitiba, em reunião da associação na sede da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). "Nossa intenção não é economizar os recursos, mas investir esse dinheiro em obras e ações de educação socioambiental", afirmou Fernando Ghignone, presidente da Sanepar e vice-presidente da Aesbe para a Região Sul . "O saneamento básico tem por essência promover saúde pública e atender o direito do acesso à água tratada e à coleta e tratamento do esgoto. Não deveria ser tributado como as demais atividades". A desoneração aumentaria a capacidade de investimento das empresas do setor. Para levar serviços de água e esgotos para toda a população até 2025, o Brasil teria de investir R$ 20 bilhões por ano.
Para o presidente da Aesbe, Aberlardo Oliveira, a grande carga tributária reflete no aumento das tarifas e reduz a disponibilidade de investimento por parte das empresas. "Os serviços essenciais devem ser acessíveis às famílias mais carentes", disse Oliveira. Também participaram da reunião o diretor de Desenvolvimento e Cooperação Técnica do Ministério do Planejamento, Manoel Renato Machado Filho, e o superintendente nacional da Caixa Econômica Federal, Rogério Tavares.
Em cadeia - As contribuições para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e para os programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) passaram a pesar mais para as empresas de saneamento a partir de 2002, quando houve mudança no regime de incidência e também aumento das alíquotas.
A Aesbe questiona por que há resistência em desonerar o saneamento, se o próprio governo sinaliza com a desoneração de outros serviços, como o de banda larga para internet. As empresas também lembraram que o governo federal acaba de zerar ou reduzir o IPI para produtos da "linha branca", como geladeira, fogão e máquina de lavar.

Gleisi recebe Beto Richa para tratar de parcerias do governo federal com Paraná

Da Assessoria
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, reuniu-se esta tarde (06) com o governador do estado do Paraná Beto Richa, para tratar de assuntos relativos ao estado e parcerias paranaenses com o governo federal. Entre os temas tratados, recuperação do litoral, ampliação do aeroporto Afonso Pena (Curitiba) e obras rodoviárias e ferroviárias já incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo a ministra, o governo federal está aberto a parcerias para projetos de infraestrutura e melhorias no Estado, mas necessita do envio de projetos pelo Paraná, assim como ocorre com outros estados. “Temos restos a pagar do Ministério da Integração Nacional para engorda da praia de Matinhos, mas o dinheiro só pode ser liberado quando houver o projeto básico”, disse Gleisi. “O governo ficou de enviar", completou.
Na reunião, o governador paranaense também foi informado que todas as obras incluídas no PAC estão dentro do cronograma, inclusive os estudos de viabilidade econômica e ambiental da Ferroeste. Quanto ao aeroporto, cabe ao estado desapropriar a área para a terceira pista que já esta autorizada, mas a ministra disse que o governo também estudará outra proposta apresentada pelo prefeito de São José dos Pinhais.
Participaram também da reunião o secretário da Fazenda Luiz Carlos Hauly, o secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros, o chefe da representação do governo do Paraná em Brasília Alceni Guerra, o chefe de gabinete do governador Deonilson Roldo e a deputada federal Cida Borguethi (PP).


Executivo e Judiciário fecham convênio para impulsionar Lei Maria da Penha
Entre os principais problemas identificados, está a dificuldade de acesso das vítimas à Justiça

Do Bem Paraná
Há cinco anos em vigor, a Lei Maria da Penha ainda não conseguiu eliminar a violência doméstica nem se mostrou um instrumento eficaz para punir os agressores. Para combater os entraves que impedem a plena eficácia da lei, Executivo e Judiciário assinaram nesta terça-feira (6) um acordo de cooperação técnica em que se comprometeram a adotar medidas em favor da Lei Maria da Penha.
Entre os principais problemas identificados, está a dificuldade de acesso das vítimas à Justiça, o preconceito ou desinformação de alguns juízes e a própria lentidão do Judiciário. “Muitos lidam com a Lei Maria da Penha com preconceito, não aplicam a lei como deveriam por entender que algumas situações são banais, que 'tapinha de amor não doi', e não ajudam a somar esforços para garantir o fim da violência doméstica”, disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, um dos signatários do convênio assinado nesta terça no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Também integram o convênio a Secretaria de Políticas das Mulheres, o Ministério Público, a Defensoria Pública, o próprio CNJ e os tribunais de Justiça. Cada instituição terá um mês para elaborar um plano de trabalho prevendo ações específicas. Os resultados das ações desenvolvidas ao longo da execução do acordo serão apresentados em 25 de novembro de 2012, quando se comemora o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher. O grupo também irá analisar quais as dificuldades que impedem o andamento dos processos relativos à Lei Maria da Penha.
Dados da Secretaria de Políticas das Mulheres demonstram que, apenas em 2011, 42 mil mulheres foram assassinadas, 70% delas em casa. Os dados mais recentes sobre a tramitação de processos judiciais, contabilizados desde 2006 (ano da lei) até julho do ano passado, mostram que foram distribuídos 331,8 mil processos relativos à Lei Maria da Penha no período, dos quais apenas 110,9 mil tiveram sentença. Também foram registradas 9,7 mil prisões em flagrante e 1,5 mil prisões preventivas.
“Atrás da ideia da impunidade, muitas pessoas se sentem estimuladas a continuar esse gesto de violência. Todos nós temos responsabilidade dentro de nossas instituições para fazer valer a Lei Maria da Penha, sem ultrapassar a independência entre os poderes”, disse a titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres, ministra Iriny Lopes.

CCJ aprova projeto estabelecendo normas para o IPVA do ano que vem
Do Bem Paraná
Primeiro item da pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa na sessão ordinária desta terça-feira (6), o projeto de lei nº 932/11, de autoria do Poder Executivo, normatizando o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para o próximo exercício, foi aprovado em exame absolutamente tranquilo. O mesmo ocorreu com a emenda da Comissão de Cultura ao projeto de lei nº 820/11, oriundo da mensagem governamental nº 67/11, instituindo o Conselho Estadual de Cultura – CONSEC.


Governador acusa PT de ter patrocinado invasão da Assembleia

Do Bem Paraná
O governador Beto Richa (PSDB) acusou a bancada do PT na Assembleia Legislativa de ter patrocinado a manifestação contra o projeto que autoriza o governo a contratar Organizações Sociais (OSs) para assumirem a gestão de serviços públicos no Estado, e acabou culminando na invasão do plenário da Casa ontem. “Vejo com muita preocupação a selvageria patrocinada pelo PT na Assembleia”, disse Richa em Brasília, onde participou de homenagem a seu pai, José Richa. “Foi patrocinado por eles, convocado por eles, mantido por eles, alimentado literalmente por eles”, disse o governador. “O que eles querem é antecipar o processo político”, afirmou, referindo-se à disputa pela prefeitura de Curitiba no ano que vem.
O PT, por sua vez, divulgou nota contestando as afirmações do tucano. “Os deputados do PT atribuem as manifestações contrárias ao projeto, por estudantes, servidores e sindicalistas, exclusivamente à intransigência do governo Beto Richa (PSDB) por conta da recusa ao diálogo com a sociedade organizada sobre o tema”, afirma o texto. “A bancada considera que, ao promover ataques indiscriminados ao PT, a gestão Richa tenta transferir o verdadeiro foco do debate”, diz a nota.

                                                      
Demissão por causa do protesto

Deu na Blog da Joice
Uma funcionária da Assembleia Legislativa do Paraná foi demitida do cargo porque participou da invasão ao plenário ontem. Amanda Jaqueline Teixeira que era servidora da Comissão do Mercosul foi exonerada hoje. O presidente da casa, deputado Valdir Rossoni, disse que as imagens da ocupação da assembléia serão analisadas e mais funcionários podem ser demitidos.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Coluna Mister X


Reunião
Hoje, terça-feira, tem reunião ordinária dos vereadores de Siqueira Campos está na pauta para ser votada um projeto de suplementação de verbas e projetos para recuperação da rua Nossa Senhora de Fátima. Os vereadores também devem apresentar outras indicações como melhorias de ruas e benfeitorias para a comunidade.

Novo Comando
E uma rápida conversa com o novo comandante da 2ª Cia de Polícia, sediada em Wenceslau Braz, o siqueirense Capitão Lemes informou que está contente com a estrutura que encontrou na companhia e está traçando planos de trabalho. A sua expectativa é reunir nos próximos dias com lideranças e a corporação que atua nos cinco municípios que é atendida pela 2ª CIA (Wenceslau Braz, Siqueira Campos, Salto do Itararé, Santana do Itararé e São José da Boa Vista) a fim de uma conversa para melhorar os trabalhos prestados pela polícia nestes municípios. Capitão Lemes assumiu o comando na última quinta-feira (2), mas na realidade hoje foi seu primeiro dia de trabalho após conhecer a sua equipe que segundo ele é boa e competente.

Plano de ação
Capitão lemes, disse ontem que pelos dados estáticos já foi possível reconhecer que os dois municípios com maior reincidência de reclamações da perturbação do sossego e da paz são Siqueira Campos e São José da Boa Vista. Lemes informou que a 2ª CIA tem o medidor de som e ruídos o decibelímetro e que a polícia vai atuar com rigor para restabelecer a paz do sossego e da tranqüilidade.

Tercerização


Após invasão, Assembleia faz sessão noturna e aprova terceirizações
Manifestantes contrários a projeto ocuparam plenário por cinco horas e só saíram após sessão ser retomada no plenarinho

Do Bem Paraná
A Assembleia Legislativa aprovou ontem, por 40 votos a oito, projeto do governo que prevê a contratação de Organizações Sociais (OSs) para assumirem serviços públicos no Estado, em uma sessão marcada por tumultos, confrontos entre seguranças e pela invasão do plenário da Casa por manifestantes contrários à proposta. O grupo de cerca de 200 pessoas, entre estudantes e representantes de sindicatos dos servidores públicos ocupou inicialmente as galerias no começo da tarde para pressionar pela retirada do projeto. Diante da insistência do presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni (PSDB), em seguir com a votação, um grupo de cerca de 40 manifestantes invadiu o plenário. A votação só aconteceu depois das 22 horas, após os deputados reiniciarem a sessão no plenarinho, e os manifestantes desocuparem o plenário principal.
O governo alega que a intenção do projeto é agilizar contratações para áreas como saúde e cultura. Pela proposta, as OSs – entidades de direito privado sem fins lucrativos – poderiam assumir serviços públicos como a operação do Hospital de Reabilitação, além da Orquestra Sinfônica e o Museu Oscar Niemeyer, através de contratos de gestão.
A oposição e os sindicatos dos servidores apontam que a proposta abre caminho para a terceirização e privatização de serviços públicos. E que as contratações das OSs seria feita sem licitação.
O tumulto começou logo no início da sessão de ontem, quando os manifestantes impediam deputados da base do governo defensores do projeto de discursarem, gritando palavras de ordem contra a terceirização de serviços públicos. Rossoni pediu silêncio e suspendeu a sessão várias vezes, na tentativa de apaziguar os ânimos.
Ao tentar retomar a sessão, porém, a situação se agravou quando o deputado Reinhold Stephanes Júnior (PMDB) iniciou, da tribuna, um bate-boca com o grupo que ainda estava nas galerias. “Vocês têm coragem de me deixar falar? Democracia é escutar a opinião dos outros”, provocou.
Rossoni então afirmou que se não houvesse silêncio, ele suspenderia os discursos e passaria diretamente ao início das votações. Quando ele tentou fazer isso, já por volta das 16h40, um grupo de cerca de 30 manifestantes tentou inicialmente invadir o plenário através da entrada do comitê de imprensa, onde ficam os jornalistas que cobrem os trabalhos da Casa. Os seguranças conseguiram evitar a invasão, utilizando inclusive aparelhos de choque elétrico. O grupo então conseguiu entrar no plenário através da tribuna de honra, invadindo o local em seguida.
Alguns dos manifestantes aproveitaram para rasgar papéis que estavam nas mesas dos deputados. Um deles, Alysson Bordi, chegou a arremessar esses papéis na direção do deputado Stephanes Júnior.
O presidente da Assembleia reagiu suspendendo a sessão por duas horas. Terminado o prazo, e ainda com o plenário ocupado, Rossoni voltou apenas para anunciar nova prorrogação da suspensão por mais duas horas.
Plenarinho — Diante da intransigência dos manifestantes, que se recusaram a deixar o plenário, por volta das 21 horas os deputados reiniciaram a sessão no plenarinho da Casa, protegidos sob forte escolta policial. Os manifestantes, então isolados no plenário, percebendo a manobra e impedidos de entrar no plenarinho, acabaram então deixando a Assembleia. Com a desocupação, os deputados voltaram ao plenário principal e aprovaram o projeto das OSs já depois das 23 horas. O líder do governo, Ademar Traiano (PSDB), propôs a realização de mais duas sessões, com a intenção de concluir a votação ainda ontem.


Projeto que cria Adapar recebe emendas e retorna à CCJ
Da Assessoria
O projeto de lei nº 847/11, de autoria do Poder Executivo e que cria a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), recebeu três emendas quarta-feira (dia 23), durante a votação em Plenário, retornando para nova análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Uma das emendas foi apresentada na forma de substitutivo geral, previsto no artigo 137 do Regimento Interno Assembleia Legislativa do Paraná, e é assinada pelos deputados Ademar Traiano (PSDB), líder do Governo, Augustinho Zucchi (PDT), César Silvestri Filho (PPS), Pedro Lupion (DEM) e Valdir Rossoni (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa.
Segundo Lupion, “Este momento deve ser de muita conversa, visando sempre uma solução viável. Não vamos deixar de promover os embates, via secretaria de Agricultura, via departamento de fiscalização e defesa agropecuária do Estado. Estamos empenhados no melhor entendimento dentro daquilo que a legislação permite e sem prejudicar os interesses dos envolvidos”, assinala o parlamentar, que é líder do Bloco Agropecuário.
O substitutivo garante aos funcionários lotados hoje no Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (DEFIS) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), as mesmas vantagens salariais que serão oferecidas aos servidores da Adapar. Também inclui no inciso III, do artigo 3º, a responsabilidade pela fiscalização de “vegetais”.
Por outro lado, as outras duas emendas são modificativas, de autoria da bancada do Partido dos Trabalhadores, e alteram os artigos 8º e 9º do projeto. Acrescentam que os cargos de fiscal devem ser ocupados por funcionários de “nível médio profissionalizante - técnico agropecuário”.
O projeto encaminhado pelo Governo estabelece que a Adapar será uma autarquia vinculada à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, com patrimônio e receitas próprias e autonomia administrativa, técnica e financeira. O órgão contará com quadro próprio de pessoal: são 600 cargos de fiscal de defesa agropecuária e outros 600 de assistente agropecuário que serão criados por lei.
A Agência será responsável pela promoção da defesa agropecuária e inspeção sanitária dos produtos de origem animal; prevenção, controle e erradicação de doenças animais e pragas vegetais, além do controle e fiscalização da regularidade e da qualidade dos insumos utilizados na agricultura e pecuária, entre outras atribuições. Conforme o Governo, o Paraná é um dos mais importantes produtores rurais do País, respondendo por mais de 20% da produção de grãos e por mais de 15% do faturamento bruto no campo.

Crime contra o patrimônio público



Carro oficial é usado para fins particulares de vereador
 A mulher que registrou o fato disse que Marcos Rios esteve na casa dela se desculpando..

Do uol.com.br
A equipe da CGN recebeu neste domingo (04) imagens que mostram um veículo oficial sendo usado para fins particulares.
As filmagens foram feitas na semana passada, por uma internauta que preferiu não se identificar. Segundo ela o homem que aparece com o colete da Defesa Civil descarregava materiais em um imóvel que pertence a um vereador de Cascavel.
“Eu vi o caminhãozinho da Defesa Civil descarregando alguns materiais no prédio do Marcos Rios (PDT), onde ele está construindo, umas molduras para fazer uma cozinha modelada”, afirma a internauta.
Enquanto registrava o fato, a mulher conta que foi insultada pelo rapaz que prestava o serviço.
“O moço que entregou, da Defesa Civil, chama-se Reginaldo me ofendeu várias vezes. Ele e uma senhora que estava com ele na caminhonetinha da Defesa Civil, me ofenderam muito”, conta.
O local onde tudo foi registrado fica no bairro Santa Cruz. Nossa equipe foi até o prédio, vizinhos confirmaram que o imóvel pertence ao vereador, mas não quiseram gravar entrevista. Depois do ocorrido à mulher que fez as imagens foi procurada por Marcos Rios (PDT).
“À noite o Marcos Rios (PDT) esteve na minha casa se justificando, falando que tinha sido um secretário que tinha mandado entregar, e que ele não tinha culpa. Ele não disse que secretário, só disse que quando faz algum tipo de mudança, alguns secretários autorizam, servia para mim e para qualquer outra pessoa, foi isso que ele me falou”, afirma.
Indignada a mulher desabafa. “Quando você precisa de alguma coisa da prefeitura demora anos para se conseguir e eles usam e abusam o que eu acho o maior absurdo do mundo. Se ele não tinha culpa o porquê ir pedir desculpa não é verdade?”, finaliza.

Mulher espancada pelo marido morre no hospital
O homem, com transtorno bipolar, usou um taco de madeira para agredir a vítima.

Do http://cgn.uol.com.br
Na sexta-feira, Luiz Geraldo Siben, 42 anos, foi preso por vizinhos acusado de espancar a esposa com um taco de madeira na residência do casal, na Rua Benedito Jacomit, em Campina Grande do Sul. Uma equipe da Polícia Militar foi acionada e encaminhou Luiz até a delegacia local.
Luiza de Fátima Straub de Araújo, 37 anos, foi encaminhada em estado grave ao Hospital Angelina Caron, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (04). O casal estava junto há 18 anos e tinha dois filhos.
Em depoimento, Luiz declarou que fazia tratamento para bipolaridade desde 2007 e confessou as agressões. Ele foi autuado em flagrante por lesão corporal de natureza grave seguida de morte.


Contrabandistas de cigarros pedem à PRF que os deixem "trabalhar em paz"
Do odiario.com
Um veículo GM Meriva carregado com 17,5 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai foi apreendido na manhã de hoje (5) em Foz do Iguaçu e o motorista foi preso após tentar fugir. Este carro integrava um comboio com mais dois carros, mas os outros motoristas conseguiram fugir. O que chamou a atenção dos policiais nesta ocorrência foi a ousadia dos fugitivos, que em transmissão pelo rádio do Meriva, pediam que os deixassem "trabalhar".
A apreensão aconteceu por volta das 6h30, quando uma equipe da PRF que fazia uma ronda na BR 277 viu os três carros saindo da rodovia e entrando na cidade. Ao perceberem que seriam abordados, os motoristas fugiram. O motorista do Meriva abandonou o carro e tentou fugir a pé, mas logo foi alcançado pelos policiais.
O Meriva estava totalmente carregado com cigarros, que ocupavam todo o porta-malas e interior, sobrando espaço apenas para o motorista. Durante a fiscalização do carro, o rádio usado para a comunicação com o "batedor" permaneceu ligado e os contrabandistas, que pela ausência de comunicação com o motorista do Meriva perceberam que o carro havia sido apreendido, reclamavam com os policiais. Eles diziam "deixa nós (sic) trabalhar em paz" "vão prender bandido" "nós não trabalha (sic) com droga nem arma não, é só com palito" "nós não quer (sic) bater de frente com vocês não, nós respeitamos o trabalho de vocês".

Outras apreensões
Entre sexta-feira (02) e domingo (04) a Polícia Rodoviária Federal apreendeu nove carros que transportavam cigarros contrabandeados do Paraguai, em municípios da região oeste do Paraná, e retirou de circulação mais de 100 mil maços desses cigarros. Destes nove carros, três tinham queixa de roubo ou furto. Seis pessoas que estavam nestes carros transportando o contrabando foram presas em flagrante.

Centenas de pessoas invadem Assembleia Legislativa para protestar contra terceirização

Do Portal Banda B
Aproximadamente 300 pessoas invadiram a sessão da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) na tarde desta segunda-feira (5) para manifestar contra um projeto que terceiriza os serviços públicos por meio das Organizações Sociais (OSs).
A primeira tentativa de invasão foi pela sala de imprensa, mas terminou frustrada. Porém, logo em seguida os seguranças não conseguiram controlar as os manifestantes, que entraram pelas tribunas de honra e se sentaram no chão da Alep para discutir a ocupação. Os estudantes e sindicalistas chegaram a rasgar uma lista com os projetos a serem votados no dia e disseram ter sido vítimas de "máquinas de choque".
Durante os discursos dos deputados, especialmente os governistas, houve várias manifestações para impedir a comunicação entre os políticos, o que causou a paralisação da sessão. Após o tumulto, ela foi suspensa por duas horas.
Segundo Alysson Bordi, primeiro-secretário da União Nacional dos Estudantes (UNE), a manifestação tem o objetivo de levar conhecimento do projeto para a população. "Ele foi encaminhado para votação sem o conhecimento da sociedade civil. O governador Beto Richa prometeu não privatizar e está fazendo isso, se for necessário vamos radicalizar", disse.
Desde 2000 não havia uma manifestação deste porte na Assembleia Legislativa, quando houve um protesto contrário à privatização da Copel.

Negociações
Os ocupantes negociam a retirada do prédio com a Polícia Militar. Eles só admitem sair caso a votação do projeto seja suspensa. Outro pedido é pela não interferência dos seguranças da Alep no processo.

Organizações Sociais
Caso o projeto seja aprovado, as OSs atuarão em serviços que são de responsabilidade do estado. Enquanto os manifestantes falam em privatização, os líderes do governo defendem que as organizações ficarão responsáveis apenas por três entidades: o Hospital de Reabili­tação de Curitiba, a Orquestra Sinfônica do Paraná e do Museu Oscar Niemeyer (MON). Dessa forma, estariam vedados os casos de exclusividade do poder público, como segurança e educação


No Paraná, 67.200 declarações ficam retidas por sonegação em 2011

Principal motivo apontado para a retenção das declarações foi a omissão de rendimento
Do  Bem Paraná
Em 2011, 67.200 declarações de imposto de renda, ano base 2010, de contribuintes paranaenses ficam presas na malha fina. No ano passado foram 66.600 declarações, segundo as informações da 9º Região Fiscal da Receita Federal do Brasil. A principal causa apontada para a retenção das declarações foi a omissão de rendimentos, como 22.200 casos.
Em sequência aparecem outros motivos de retenção, como por exemplo, por despesas médicas incompatíveis (4.800), ausência de Declaração de Impostos de Renda Retido na Fonte (10.080), Rendimentos de Aluguéis não declarados (1.500) e Divergência de Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (2.400).
No Brasil, a Receita Federal informa que 569.671 mil declarações ficaram retidas na malha esse ano, contra um total de 700 mil no ano passado. Omissão de rendimentos é o principal motivo de incidência na malha, com 320.293 declarações retidas, o que representa 56% do total, dentre as omissões de rendimentos, 19.380 são de recebimentos de aluguéis.
Os contribuintes que estiverem com a declaração em malha, podem fazer a auto-regularização através do Portal e-CAC no site www.receita.fazenda.gov.br .
Os casos que não puderem ser resolvidos com esta ferramenta podem agendar atendimento presencial a partir de janeiro/2012.

Guaíra, Loanda, Nova Londrina e Sarandi estão em situação de risco de surto de dengue
Outras 28 cidades foram diagnosticadas em situação de alerta.
Do  Bem Paraná
Dados divulgados nessa segunda-feira (5) pelo Ministério da Saúde indicam que, dos 561 municípios monitorados pela pasta, 48 estão em situação de risco de surto de dengue, 236 estão em alerta para a doença e 277 apresentam índices considerados satisfatórios. O mapeamento foi feito entre outubro e novembro, em parceria com as secretarias municipais de Saúde.
No Paraná foram diagnosticados quatro municípios em situação de risco: Guaíra, Loanda, Nova Londrina e Sarandi. Em 28 cidades o Ministério diagnosticou situação de alerta e 26 estão com índices considerados satisfatórios.
Com olhos nos dados o Ministério da Saúde lançou hoje a Campanha Nacional de Combate à Dengue 2011/2012. Com o slogan “Sempre é hora de Combater a Dengue”, o objetivo da campanha é reforçar sensibilização da população sobre a importância da prevenção contra o mosquito Aedes aegypti, mantendo hábitos simples como limpar calhas, caixas d’água e recolher o lixo.
 Com formato educacional e informativo, a campanha será dirigida aos professores, agentes de saúde, gestores municipais, educadores, profissionais de saúde, crianças e a população em geral. As ações de comunicação do Ministério da Saúde são desenvolvidas com base em dois cenários: período não epidêmico e período epidêmico.
 Até o fim de dezembro, durante o período não epidêmico, o foco é o incentivo para adoção de hábitos diários de prevenção, como manter garrafas vazias viradas para baixo, trocar a água das plantas aquáticas regularmente, entre outras ações capazes de reduzir os criadouros.
 Para o período epidêmico, que vai de janeiro a maio, além de manter as medidas de prevenção para evitar a proliferação do mosquito transmissor, o foco da campanha enfatizará também a importância do reconhecimento dos sinais e sintomas da doença pela população. A campanha enfatiza a necessidade de acompanhamento por um profissional de saúde dos casos suspeitos de dengue e alertar sobre os riscos da auto medicação pela população.
 Redes Sociais – Além da campanha, o Ministério da Saúde também está apresentando o Observatório da Dengue pelas redes sociais, ferramenta que permitirá o monitoramento de casos suspeitos de doença em todo o país. A metodologia está sendo desenvolvida pelo    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INWEB), da Universidade Federal de Minas Gerais. O sistema faz o recolhimento de mensagens publicadas na rede social Twitter sobre dengue. As mensagens são filtradas e, aquelas relacionadas às queixas pessoais de suspeita de dengue, são monitoradas e avaliadas.
 “Estamos utilizando mais uma ferramenta para vigilância da dengue no país. Agora temos o Observatório da Imprensa que antecede a notificação dos casos de dengue nos municípios. Por meio da rede social o ministério poderá verificar a notificação de casos de dengue feita pelos municípios, comparando os dados enviados pelas regiões com as mensagens de experiências pessoas com dengue feitas pelo twitter”, explica o ministro Alexandre Padilha.
 As informações selecionadas serão enviadas à Secretaria de Vigilância em Saúde. A metodologia permite a comparação dos números de tweets captados na semana com o histórico de ocorrência dos períodos de epidemia e de baixa transmissão em cada município. Todo esse processo é feito em tempo real. Será gerado um relatório que irá mapear a suspeita dos casos de dengue nos municípios com mais de 100 mil habitantes. Com a nova tecnologia, o Ministério da Saúde terá a possibilidade de obter oportunamente informações sobre a ocorrência de possíveis surtos e assim alertar os estados e municípios.
 “O observatório da dengue é uma nova metodologia que vem complementar o sistema de monitoramento da dengue no Brasil. Esse método vem sendo utilizado no mundo todo. Mas esta tecnologia não servirá para substituir o sistema de vigilância tradicional, mas ele é complementar”, disse Jarbas Barbosa.


Salário mínimo
Trabalhador precisaria ganhar no mínimo R$ 2.349,26
O gasto foi apontado pelo Dieese como o mínimo para suprir necessidades básicas de uma família.

Do  Bem Paraná
A Pesquisa Nacional da Cesta Básica, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgada nesta segunda-feira (05) revelou que o salário mínimo necessário em novembro deste ano seria de R$ 2.349,26.
O valor é levantado conforme determina a lei que estabeleceu o Salário Mínimo, o Decreto Lei 399 e a Constituição. Os textos dizem que o salário mínimo deve ser capaz de atender as necessidades vitais básicas do trabalhador e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte  e previdência social.

Curso de capacitação


Produtores passam por capacitação em gado leiteiro em Carlópolis
De Carlópolis
Cezar Silva
Entre os dias 22 a 25 do mês de dezembro, os criadores de gado leiteiro de Carlópolis passaram por um curso ministrado por Eder Ribeiro da Rosa, do Senar-PR, onde foram abordados assuntos como avaliação e conformação ideal de vacas e manejo de gado leiteiro.
O curso também contou com a parte prática, onde foram visitadas as propriedades que produzem somente leite a pasto, com produção de 300 litros por alqueire ao dia, a um custo de 40% desta produção, trabalhando apenas com animais cruzados Jersey com Holandês.
Conforme relatos de produtores que já passaram por esse treinamento, apenas a mudança nas técnicas de manejo chegaram a aumentar sua produção em 100%.
Participaram deste curso membros da Secretaria Municipal da Agricultura e produtores que recentemente adquiriram propriedade rural no município e aderiram à produção de leite.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Correio do Norte